A cerveja escorria gelada na minha garganta, seu corpo por sua vez apertava o meu, quente.
Sentia sua respiração em meu ouvido, alto, forte e quente também. Pedia meu amor, meu ser, minha alma, pedia tudo sem usar uma palavra. Podia sentir sua necessidade de mim só pelo seu olhar, e era grande.
Eu entrava e saia de você, com tanta facilidade como se não houvessem portas, ou barreiras. Você continuava inerte, só respirando e pedindo que eu ficasse "seja meu, fique pra mim", sua respiração dizia.
Lamento.
Seu corpo continua sendo meu brinquedo, e eu continuo sendo a mesma criança que fui a uma semana atrás, da última vez que seu corpo esteve junto do meu. Aproveite o momento, sem sentimentalismo, goze pra mim. Grite com toda sutileza que só você sabe fazer. Aproveite o momento, por que de manhã eu vou embora. Talvez semana que vem eu apareça, eu mande uma mensagem, e marque um filme. Só não me peça que eu fique. Eu continuo sendo o mesmo lixo. É dessa dor que você se alimenta, e é você quem eu como.
domingo, 11 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
prazer, sua.
É engraçado a forma como não consigo me livrar de toda a dor. Como não consigo me conter ao ver seu rosto ou até mesmo parar de vê-lo em todos os cantos. Mesmo com toda a dor, mesmo com todas as feridas abertas, sinto que é melhor que arda do que vê-las cicatrizar. Todas elas foram causadas por um motivo, por um amor que recuso a tirar de mim.
Eu sei que você tem outra. E quem não tem? Posso aceita-lá se for preciso para que você me aceite. Não posso perder o calor que seus braços me dão, e eles são tão bons que chego a pensar o quão seria egoísta não compartilhar-lo. Dê-se as outras, mas não se retire de mim. Eu escolho a dor do seu calor, o sufocamento de suas mentiras e a insipidez de sua indiferença.
Eu quero te admirar, te exibir, te arranhar. Construir um mundo onde nada irá me atingir além de você. A dor será única e particular. Eu sei que não existem fadas, você é o que eu tenho e o que eu quero. Continue me ferrando como só você sabe fazer. Foda-me como as suas putas.
Do meu corpo você já conhece, das minhas fraquezas. Estive nua e aberta pra você, e quem mais poderia me preencher como você fez? Não tenha medo de me machucar, apenas permaneça dentro.
Eu não quero ter que amar outra pessoa e sentir toda dor novamente por um estranho.
Eu sei que você tem outra. E quem não tem? Posso aceita-lá se for preciso para que você me aceite. Não posso perder o calor que seus braços me dão, e eles são tão bons que chego a pensar o quão seria egoísta não compartilhar-lo. Dê-se as outras, mas não se retire de mim. Eu escolho a dor do seu calor, o sufocamento de suas mentiras e a insipidez de sua indiferença.
Eu quero te admirar, te exibir, te arranhar. Construir um mundo onde nada irá me atingir além de você. A dor será única e particular. Eu sei que não existem fadas, você é o que eu tenho e o que eu quero. Continue me ferrando como só você sabe fazer. Foda-me como as suas putas.
Do meu corpo você já conhece, das minhas fraquezas. Estive nua e aberta pra você, e quem mais poderia me preencher como você fez? Não tenha medo de me machucar, apenas permaneça dentro.
Eu não quero ter que amar outra pessoa e sentir toda dor novamente por um estranho.
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